Panteão de Agrippa

“No espantoso espaço do Panteão, primeiramente senti paixão, a forte capacidade da arquitectura envolver todos os sentidos. Todos os dias, a sua aparência mudava dramaticamente a luz que passava através do óculo aberto. Nas manhãs chuvosas, a luz reflectia-se nas gotas da água da chuva que caíram lentamente sobre o chão […]. Num dia nebuloso seduzia a luz proveniente do grande orifício, a neblina torna a luz ainda mais visível, como que de um cilindro sólido de luz do sol matinal se tratasse. […] A sua silenciosa clareza, organizada pela luz e pela sombra, abrangeu a minha imaginação com esta abstracta e invertida noção de espaço interior e exterior.” (BENCHECI, 2014, p.77 apud HOLL, 1994, p. 22)

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